Pus ali no cantinho da sala o existencialismo para poder ter um dia de desporto. Não estou aqui a trabalho, só vim mesmo por hábito, esse hábito um tanto besta de acordar cedo para cumprir as obrigações do cercamento.Antes da 8h ocupei lugar em uma das cadeiras da recepção do edifício e abri, na falta de algo melhor ao alcance das mãos, a última edição do Jornal do Advogado (todo mundo sabe que trabalho na Ordem, certo?). Passo por uma entrevista com o presidente da Comissão de Ensino Jurídico da OAB/ MG cujo nome me fez voltar: Sérgio Sette Câmara. Será irmão do Pedro ou coisa que o valha?
E estreou Reparação, aliás, Desejo e Reparação (BH, Diamond Mall: Sala 2 - 14h10, 16h40, 19h10, 21h40), adaptação para o cinema de Joe Wright do romance Atonement, de Ian McEwan. E, ah: tem a Keira Knightley.
Terminada a leitura de Homem Comum, do Roth, fiquei com uma sensação estranha, como se algo em mim não quisesse aceitar como verdadeiras todas aquelas amarguras narradas no livro. Palavras me faltam por agora. Vamos ao Complexo de Portnoy.

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