quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Cthulhu

Meu problema com a poesia é achar que estrela, lua e sol são coisas de astrônomo.

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Antes de sair de casa hoje pela manhã o que fiz foi pôr na mochila uma calça jeans e um par de tênis all star. O plano é sair daqui hoje às 18h e parar numa pizzaria, eu e ela. Quanto mais eu olho no espelho mais cresce o asco pela minha imagem neste social ridículo que é este uniforme. Ok que é um uniforme vulgar, comum: calça preta, blusa azul, sem gravata. Mas é que eu sou chato mesmo. Ontem terminei a leitura de Na Praia e, vá lá, é bom. Hoje retorno a Chesterton (Ortodoxia) e cá estou a imprimir bem agora uns contos do Lovecraft:

“A coisa mais misericordiosa do mundo, creio eu, é a incapacidade da mente humana em correlacionar todo o seu conteúdo. Vivemos numa plácida ilha de ignorância em meio a negros mares de infinito, e não está escrito pela Providência que devemos viajar longe. As ciências, cada uma progredindo em sua própria direção, têm até agora nos causado pouco dano; mas um dia a junção do conhecimento dissociado abrirá visões tão terríveis da realidade e de nossa apavorante situação nela, que provavelmente ficaremos loucos por causa dessa revelação ou fugiremos dessa luz mortal rumo à paz e à segurança de uma nova Idade das Trevas.”

o pornógrafo